Com certeza um momento crucial para qualquer hotel, ou meio de hospedagem, é a chegada do hóspede, ou seja, o
check-in.
É praticamente impossível saber de quais
situações o hóspede veio até chegar ao hotel. Se fez boa viagem, se teve aborrecimentos, se sua bagagem foi extraviada, se o motivo que o fez viajar foi bom ou não, enfim, são incintáveis variáveis que podem ter acontecido
até aquele momento.
O que leva ao recepcionista uma difícil missão:
adequar-se.
Existem
recepcionistas que adotam
uma postura só para todo e qualquer hóspede que chegue, tendo um certo
padrão de comportamento. Isso pode ser
bom e ruim e ao mesmo tempo, pois ele pode padronizar seus serviços, bem como cair na indiferença, agindo mecanicamente e dando ao hóspede a impressão de que não terá, naquele hotel, um tratamento personalizado, sentindo-se um qualquer.
Outros recepcionistas
exageram na intimidade, chegando a pontos extremos de dividir a sua vida pessoal com o hóspede, expondo incluisive suas mazelas e insatisfações.
Quando me refiro a
adequar-se ao hóspede, não estou dizendo para quebrar protocolos, mas sim, atender ao hóspede de
forma personalizada, de acordo com o seu humor, digamos.
Caso o hóspede demonstre presa, faça o check-in de forma mais rápida o possível. Caso esteja cansado, seja amável, mas também rápido. Caso esteja de mal humor, tente quebrá-lo com um sorriso.
Enfim, proporcionar ao hóspede um atendimento
de acordo com as suas necessidades, visando a sua
satisfação, executando um ckeck-in adequado à situação e proporcionando ao hóspede um atendimento o mais personalizado possível, fazendo com que
se sinta especial.
Desta forma, o recepcionista pode fazer com que o
bom atendimento seja a sua marca profissional, uma vez que o bom acolhimento é o objetivo.